Cerca de 87% das empresas atuam após desastres por meio de investimento social, mas apenas 10% investem em prevenção e 15% em adaptação climática, segundo o relatório Perspectivas para a Filantropia no Brasil 2026, elaborado pelo Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social).
Das ações de prevenção, adaptação e resposta a desastres mencionadas, 26% acontecem a partir de arranjos colaborativos.
A pesquisa aponta que os brasileiros costumam se mobilizar para fazer doações pontuais em momentos de tragédia social, mas o setor acredita no potencial de maior estruturação para doações institucionais e contínuas.
Para o Idis, o vocabulário de novas formas de financiamento não é novidade no Brasil, mas essas soluções funcionam aquém do esperado. Finanças sustentáveis, financiamento misto, fundos filantrópicos, investimento de impacto e estratégias de “matchfunding” são algumas das soluções levantadas.
O instituto coloca a pauta climática como tema central para a discussão da filantropia neste ano e nos próximos.
Para isso, ele elenca três aspectos cruciais para consideração: o clima como critério estruturante para definições estratégicas de investimento social, o aumento da necessidade de arranjos colaborativos e protagonismo dos territórios como geradores de soluções.
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