Um ano antes de estourar a crise do Banco Master, o economista George Wachsmann já alertava na CasaFolha para os riscos ligados a aplicações protegidas pelo FGC, o Fundo Garantidor de Créditos.
“Você tem que tomar cuidado porque não é a prática mais conservadora”, diz no curso “Investindo para o futuro”, disponível no site casafolhasp.com.br. “Você pode ficar algum tempo sem receber o dinheiro, então não é bom usar demais esse artifício”, afirma o economista, que acumulou 30 anos de experiência no mercado financeiro.
Dito e feito. Hoje, diversos investidores atingidos pela liquidação do Master estão repensando a forma de encarar títulos com garantia do FGC, pois ficaram frustrados depois de a indenização demorar mais que o esperado para sair.
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De acordo com o que Wachsmann diz na plataforma lançada pela Folha, como o FGC oferece uma proteção a certos tipos de investimento até o valor de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, isso cria uma espécie de distorção.
“[Essa proteção] leva a um vício aqui no Brasil, que é o seguinte: até o limite do FGC, muitos investidores compram o pior risco que tem. Ou seja, vou comprar o CDB do banco que está pagando mais, que é o banco mais arriscado do ponto de vista de crédito, porque dentro do FGC estou protegido.”
Pagar valores acima do mercado era uma das principais estratégias usadas pelo Banco Master. Clientes foram atraídos pelos CDBs turbinados, os quais sempre eram oferecidos com a lembrança de que existe o FGC como garantia.
Mas, como Wachsmann argumenta em seu curso, a ideia de que o investidor possa estar 100% protegido pode ser uma ilusão.
“Existem diferentes tipos de risco e diferentes níveis de risco. Mas, se alguém te falar que existe um investimento sem risco, cai fora, porque não existe”, diz o economista, que compartilha na CasaFolha conhecimentos que antes dividia com clientes do Unibanco, da Bawn Investimentos, da Vitreo e do BTG Pactual.
Por isso que, em suas aulas sobre educação financeira no streaming, a primeira noção básica que Wachsmann ensina é a de risco, que ele define como a probabilidade de perder dinheiro —total ou parcialmente—, ou de não atingir o objetivo planejado com um determinado investimento.
Hoje atuando no conselho de empresas, o economista diz que o principal erro de um investidor é o imediatismo. Erro que ele próprio cometeu e do qual se arrependeu: “Em inúmeras oportunidades, eu quis ver um resultado rápido demais”.
Ao todo, a CasaFolha já tem 34 cursos exclusivos comandados por grandes personalidades em diferentes áreas, como o ex-ministro Pedro Malan, que explica como analisa a economia, o cineasta José Padilha, que aborda a arte de contar histórias, a chef Helena Rizzo, que fala sobre alta gastronomia, e a Monja Coen, que ensina meditação.
Além disso, novos conteúdos são incluídos todos os meses na plataforma. Em fevereiro, por exemplo, estreou o curso de jornalismo com Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha. Em março, no dia 19, será a vez de Clóvis de Barros Filho, com aulas exclusivas de filosofia.
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