Javier Bardem disse “não à guerra e liberdade à Palestina”, em menção aos conflitos no Oriente Médio e às tensões entre Israel e a população palestina, ao apresentar a categoria de melhor filme internacional no Oscar de 2026, que premiou o norueguês “Valor Sentimental“.
Bardem também vestia um broche, com o escrito “não à guerra” em espanhol. Durante o tapete vermelho, ele disse que o acessório é o mesmo que utilizou em 2003, quando protestou contra a guerra no Iraque.
Por sua vez, o cineasta David Borenstein, que venceu o Oscar de melhor documentário por “Um Zé Ninguém Contra Putin“, criticou a guerra em seu discurso de aceitação e fez menções à violência em Minneapolis por parte de tropas do ICE, serviço americano que tem executado ações violentas contra imigrantes.
Na categoria de melhor filme internacional, “Valor Sentimental” desbancou o brasileiro “O Agente Secreto“.
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