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Streaming: 8 séries para escolher de acordo com sua agenda – 05/03/2026 – Ilustrada

by Silas Câmara

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A edição de hoje não precisa de muita explicação: oito sugestões de séries para você escolher de acordo com quanto tempo tem para assistir a um episódio (ou muitos).

Episódios de 22 min.

The Middle (2009-18)

Netflix, HBO Max. Nove temporadas, 215 episódios.

A boa e velha sitcom familiar, esta sobre uma família de classe média do Meio-Oeste americano —já deu pra entender o título? O objetivo era retratar a vida de um “americano médio”, nada rico, mas não pobre, de uma cidade que não fica nas regiões costeiras mais urbanas (leia-se, Los Angeles e Nova York).

Frankie Heck (Patricia Heaton, veterana de “Todo Mundo Ama o Raymond”) narra a história de seus dias ao lado de Mike (Neil Flynn) e dos três filhos do casal, Axl (Charlie McDermott), um atleta meio bobalhão; Sue (Eden Sher), entusiástica e atrapalhada; e Brick (Atticus Shaffer), superinteligente e cheio de manias.

Efeitos Colaterais (2024- )

Common Side Effects. HBO Max. Uma temporada, dez episódios.

Esta é uma animação para quem busca algo mais profundo e “diferentoso” sem ter que sacrificar tanto tempo. Marshall Cuso (Dave King) entra em contato com uma amiga de colégio, Frances Applewhite (Emily Pendergast), após descobrir um cogumelo com propriedades especiais que pode curar todo tipo de doença. Como ela trabalha em uma farmacêutica, ele busca sua ajuda para desvendar uma vasta conspiração que quer impedi-lo de mostrar sua descoberta ao mundo.

Foi renovada para uma segunda temporada.

Episódios de 30 min.

Gavin & Stacey (2007-2010)

Prime Video. Três temporadas, 20 episódios.

Conta as idas e vindas do relacionamento de Gavin (Mathew Horne) e Stacey (Joanna Page), dois jovens adultos de partes diferentes do Reino Unido —ele é de Essex, no oeste da Inglaterra, ela é de Barry, no sul do País de Gales—, seus melhores amigos, Smithy (James Corden) e Nessa (Ruth Jones), e suas famílias, depois que os dois passam uma noite juntos em Londres e se apaixonam.

Foi um grande sucesso no Reino Unido, lançando Corden à fama, mas nunca decolou aqui no Brasil ou nos EUA, onde teve algumas tentativas de adaptação pelos canais NBC, ABC e Fox.

Doogie Kamealoha: Doutora Precoce (2021-23)

Doogie Kamealoha, M.D. Disney+. Duas temporadas, 20 episódios.

Aos 16 anos, Lahela Kameāloha (Peyton Elizabeth Lee) já se formou médica pela faculdade de medicina da Universidade do Havaí e começa sua carreira profissional. Por ser tão jovem, ganhou dos colegas o apelido de Doogie, referência ao personagem Doogie Howser, o médico mirim interpretado por Neil Patrick Harris em uma série de 1989 (em português, “Tal Pai, Tal Filho”).

Entre um plantão e outro, Lahela lida com histórias comuns da vida adolescente, como a relação com seu crush, Walter (Alex Aiono), e com sua família.

Episódios de 45 min.

Bones (2005-17)

Disney+, Netflix, Prime Video. Doze temporadas, 245 episódios.

Se você tem janelas de um pouco menos de uma hora para matar ou se quer embarcar numa longa viagem com personagens carismáticos e ritmos familiares, que tal 12 temporadas de “Bones”?

Temperance Brennan (Emily Deschanel) é uma antropóloga forense no Jeffersonian Institute, em Washington, e autora de best sellers sobre crimes. Ela e a equipe de seu laboratório auxiliam o FBI na investigação de casos complicados de homicídios, trazidos pelo agente Seeley Booth (David Boreanaz). Numa clássica dinâmica de “os opostos se atraem”, ela é extremamente racional e pouco dada às emoções, enquanto ele é intuitivo e mais espiritual —obviamente se apaixonam, mas não antes de temporadas e temporadas de vaivém.

Melrose Place (1992-99)

Mercado Play. Sete temporadas, 219 episódios.

Amores, traições, revelações de perucas dramáticas. “Melrose Place”, spin off de “Barrados no Baile”, tinha de tudo. A série, um novelão, contava as histórias dos jovens moradores de um complexo de apartamentos em West Hollywood, interpretados por Thomas Calabro, Courtney Thorne-Smith, Heather Locklear, Andrew Shue, Vanessa A. Williams, Daphne Zuniga e vários outros atores cujos nomes leitores com menos de 30 anos não devem reconhecer.

Glitch (2015-19)

Netflix. Três temporadas, 18 episódios.

Caso você também tenha cerca de 45 minutos e queira ver algo mais assustador, esta série australiana pode ser a resposta. Numa noite aparentemente qualquer, o sargento James Hayes (Patrick Brammall), policial em uma pequena cidade no estado de Victoria, é chamado ao cemitério. Seis pessoas voltaram dos mortos em plena saúde, mas sem nenhuma memória de quem são ou do que houve. Agora, ele terá que ajudá-los a resolver o mistério que os une, com a ajuda da médica Elishia McKellar (Genevieve O’Reilly), sem deixar o pânico tomar a cidade.

Episódios de 50 min.

The Traitors (2023- )

Universal+. Quatro temporadas, 47 episódios.

Reality show de muito sucesso lá fora —Alan Cumming conseguiu até quebrar a sequência de oito vitórias de RuPaul na categoria de melhor apresentador de reality de competição no Emmy—, é uma versão daquele jogo de festa “A Cidade Dorme” ou “Máfia”, em que um grupo de pessoas tem que descobrir quem, entre elas, é o “assassino”.

No caso, parte do elenco é nomeado “traidor” pelo apresentador, e os demais são os “fiéis”. Os traidores têm que tentar eliminar os fiéis sem revelar seu status, e os fiéis têm que tentar descobrir quem são os traidores e expulsá-los do castelo onde a série se passa. Enquanto isso, todos cumprem missões para ganhar dinheiro, que se soma ao prêmio final.

Se ao fim do jogo os fiéis tiverem eliminado todos os traidores, dividem o butim entre si. Mas, se houver um traidor entre eles, esse rouba todo o valor final para si.

Adaptação de um programa holandês, já ganhou versões no Reino Unido, na Irlanda, na Austrália e na Nova Zelândia, além de edições só com celebridades. A quarta temporada, que chegou ao fim na semana passada nos EUA (cuidado com spoilers), ainda está chegando no Universal+ —os sete primeiros episódios já estão disponíveis.

O que está chegando

As novidades nas principais plataformas de streaming

Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria (2025)

If I Had Legs I’d Kick You. Telecine, 113 min.

Rose Byrne, muito provavelmente a segunda colocada do Oscar de melhor atriz deste ano, estrela este thriller sobre uma mulher um pouco pra lá da beira de um ataque de nervos. Com a filha pequena doente, o marido viajando a trabalho e uma obra em seu apartamento, Linda (Byrne), tenta não perder a cabeça.

Sullivan’s Crossing – Um Lugar para Recomeçar

Sullivan’s Crossing. Globoplay, primeira temporada, dez episódios.

Baseado em livros da mesma autora de “Virgin River”. Maggie Sullivan (Morgan Kohan) é uma neurocirurgiã bem-sucedida que enfrenta problemas com a Justiça. Após ser liberada pela polícia, ela decide retornar à cidadezinha na Nova Scotia (Canadá) onde cresceu. Scott Patterson (o Luke de “Gilmore Girls”) interpreta o pai de Maggie, e Chad Michael Murray (de “Sexta-Feira Muito Louca”), o vizinho bonitão.

Vladimir (2026)

Netflix, oito episódios.

Adaptação do livro homônimo de Julia May Jonas, traz Rachel Weisz como uma professora de literatura inglesa que vive uma crise tanto na carreira como na vida pessoal, até que conhece um novo docente do departamento onde dá aulas, Vladimir (Leo Woodall). Pelo trailer, espere algo meio “Fleabag” na crise da meia-idade.

Quando o Céu se Engana (2025)

Good Fortune. Prime Video, 97 min.

Meio “O Céu Pode Esperar”, meio “Cidade dos Anjos”, o filme escrito e dirigido por Aziz Ansari conta a história de Gabriel (Keanu Reeves), um anjo da guarda de baixa patente, mas bem-intencionado, que decide tentar provar a um de seus protegidos que o dinheiro não resolve todos os problemas. Ele troca as vidas de Arj (Anzari), que vive de bicos, e Jeff (Seth Rogen), um bilionário da tecnologia, e é punido por isso.

Foi Apenas um Acidente (2025)

Yek Tasadof-e Sadeh ou It Was Just An Accident. Estreia na Mubi nesta sexta (6), 103 min.

Um ex-prisioneiro político em Teerã sequestra um homem que ele acredita ser seu torturador. Prestes a enterrá-lo vivo, porém, Vahid (Vahid Mobasseri) fica em dúvida e decide buscar seus antigos companheiros de prisão para garantir que tem o homem certo. Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, representa a França no Oscar, onde está indicado nas categorias de melhor filme internacional e melhor roteiro original.

Outlander (2014-26)

Disney+. Oitava temporada, estreia neste sábado (7).

Enfim a saga atemporal de Claire (Caitríona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) se aproxima do fim com a estreia da oitava e última temporada. De volta a Fraser’s Ridge, o casal terá que lidar com invasores e o mistério do que teria ocorrido com Faith, sua primogênita. Os dois primeiros episódios estreiam neste sábado (7) e os demais, semanalmente, aos sábados.

Rooster (2026)

HBO Max. Primeira temporada, dez episódios. Estreia neste domingo (8), às 23h.

Bill Lawrence, veterano produtor de séries como “Scrubs”, “Cougar Town” e “Falando a Real”, mostra mais uma vez que sabe o que está fazendo quando o assunto é criar grupos de amigos, colocá-los numa sala e deixá-los viver.

“Rooster”, que estreia neste domingo (8), demora alguns episódios para se livrar das amarras de sua premissa, mas, ao final dos seis capítulos disponibilizados para a imprensa, já estava firmemente no mundo das comédias de “hang out”.

A premissa: autor de best sellers de ação do tipo que se compra no aeroporto, Greg Russo (Steve Carrell) decide visitar a filha, Katie (Charly Clive), na pequena universidade onde ela dá aula, depois que o casamento dela implode —Archie (Phil Dunster), o marido, também professor na mesma instituição, está tendo um caso com uma aluna de pós-graduação, e todo mundo sabe.

Por motivos que só um seriado de televisão poderá explicar, o reitor, Walter (John C. McGinley), convida Greg a ficar e dar aulas, e aí pronto, o cenário está montado para todo mundo virar amigo. Completam o cenário Dylan (Danielle Deadwyler), professora de poesia e nova vizinha de Greg, e Cristle (Annie Mumolo), secretária de Walter.

Veja antes que seja tarde

Uma dica de filme ou série que sairá em breve das plataformas de streaming

Drive My Car (2021)

Doraibu mai kâ. Deixa a Netflix em 11.mar. Também disponível na Mubi, 179 min.

Em crise após a morte da esposa, um diretor de teatro (Hidetoshi Nishijima) viaja a Hiroshima para montar uma nova produção de “Tio Vânia”. Lá, ele forja uma amizade com a jovem (Toko Miura) contratada para ser sua motorista.

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