O agro, já diz a voz grave da televisão, é pop. E não só para o agronegócio e a indústria do sertanejo enraizada ali. Galerias de arte já descobriram isso, a exemplo do grupo Almeida & Dale, que fincou em Goiânia a sua casa Cerrado, mas agora também o setor institucional. O segundo semestre deste ano verá a primeira edição de uma bienal de arte contemporânea na capital goiana.
O projeto, parceria do Sesc com o governo estadual, será liderado por Germano Dushá, um dos nomes à frente do aclamado Panorama do Museu de Arte Moderna de São Paulo há dois anos e pesquisador de ponta da cena artística do país.
Nas palavras dele, será uma exposição de grande porte, com artistas convidados para desenvolver os seus trabalhos para a mostra. Também deve haver uma sensibilidade grande para os criadores do Centro-Oeste, um polo cultural que se desenvolve às margens da potência das lavouras e do gado —um exemplo é o Sertão Negro, projeto artístico comandado por Dalton Paula que foi destaque na última Bienal de São Paulo e arregimenta um grande grupo de artistas numa comunidade na periferia de Goiânia.
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