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‘Não sou contra o STF, mas excessos devem ser tornados públicos e criticados’, diz leitor – 11/02/2026 – Painel do Leitor

by Silas Câmara

O que a Folha pensa

Supremo que pode tudo não é bom para o país” (Editorial, 10/2). Bom editorial! Esse é o papel da imprensa. Não sou contra o STF, mas excessos devem ser tornados públicos e criticados. Se houver indícios contra membros do tribunal, eles devem ser investigados como qualquer autoridade.

Fabio Pires (Porto Alegre, RS)

Simples: está na etimologia do nome do tribunal. A forma como se dá a troca de cadeiras pode ou não ser discutida, mas o Supremo deve ter papel absoluto e incontestável. Sem ruptura institucional, a última palavra é do Supremo!

Mário Gilberto Eichler Júnior (Florianópolis, SC)

Não há quem queira bancar penduricalhos de ministros atravessando processos para beneficiar empresários ou banqueiros.

Jane V. Leal (Belo Horizonte, MG)

Enquanto os ministros do STF forem escolhidos por indicação de políticos, nada vai mudar.

Alexandre Strum (São Paulo, SP)

É hora de cobrarmos os Poderes para que vejam no espelho a caricatura ridícula em que se transformaram. O problema é que tudo começa com o modo de vida exaltado pelo sistema capitalista.

Valter Luiz Peluque (São Paulo, SP)

Com tantas atitudes acertadas e corajosas, fugir agora a um novo e justo regramento, como o proposto por Fachin, infelizmente enfraquece o STF diante da população.

Cecilia Escanhoela (Campinas, SP)

Calma. O Supremo precisa fazer algumas correções, mas querer amputar o poder que salvou o Brasil de uma ditadura é demais.

Bruno Sebastião Neto (Maceió, AL)

Concordo quando exigirem o mesmo de deputados e senadores.

Felipe Macedo (São João del Rei, MG)

Petistas fecham os olhos para evidências contra ministros do STF pois precisam do órgão para contrapor o Congresso “malvado”. Como se houvesse inocentes nessa história!

Cesar Costa (São Paulo, SP)

Carne na mesa

Ministério vê risco de colapso no setor de carne e defende controlar exportação para a China” (Economia, 11/2). O controle deveria existir para não inflar o preço das carnes no mercado interno, não para evitar a quebra de pequenos frigoríficos e criadores. Deve haver controle de quantidade a ser exportada. A política deveria priorizar o Brasil.

Marcelo Vidoi (São José dos Campos, SP)

O agro não tem compromisso com o povo. Querem mais é floresta derrubada para plantar boi!

Rodrigo de Sousa (Rio de Janeiro, RJ)

Direito das mulheres

Projetos de lei sobre violência contra mulher unem esquerda e direita, mas empacam” (Cotidiano, 9/2). Criam leis de proteção às mulheres e todos os tipos de benefícios, mas no Brasil a maior parte dos homicídios são masculinos. Os homens morrem mais cedo por termos uma cultura de que somos braços fortes. E por falar em braços fortes, imagine nações com número de homens reduzidos. Feliz da nação em que os braços negros, brancos e indígenas masculinos têm valor.

Cassius Moreira (São Paulo, SP)

As mulheres sempre perdem: na politica, no emprego, no salário, no mundo. E ainda são assassinadas pelos homens. Só veremos resolução quando surgir uma líder no mundo. Infelizmente, isso tem que requer muita força, movimento, engajamento e gente influente, e terá que partir de uma mulher.

Elisabete S. Nita (São Paulo, SP)

Crime contra vulnerável

Piloto suspeito de exploração sexual deixava claro que ‘gostava de criança’, diz delegada” (Cotidiano, 9/2). Denúncias de pedofilia e importunação sexual envolvendo pessoas de prestígio exigem investigação rigorosa e isenta. Garantir o direito de defesa é essencial, mas, havendo comprovação, a punição deve ser firme. Pais precisam redobrar cuidados. Educar é acompanhar, dialogar e proteger.

Rabino Eliahu Hasky, rabino da Sinagoga de Copacabana (Rio de Janeiro, RJ)

Manifestação

A Folha erra ao resgatar texto desconectado da realidade de Pondé que trata autismo como “hype” (“Luiz Felipe Pondé criticou o ‘hype’ em torno do autismo“, Folha, 105, 8/2). O mesmo que usou Foucault para defender seu direito de tornar todos em fumantes passivos, culpa injustamente as famílias com uma tese sem base empírica e categoriza o autismo como “psicopatologia”, ignorando evidências a favor do paradigma da neurodiversidade. Rotular a valorização da diferença como “fetiche” ignora que o real entrave à inclusão é o preconceito que ele insiste em replicar.

Silvano Furtado, diretor executivo da ConsulTEA e pesquisador no Projeto de Neurodiversidade de Stanford

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