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Trump sabe o que plantou, diz leitor sobre a guerra no Irã – 22/03/2026 – Painel do Leitor

by Silas Câmara


Diesel

Alta do diesel é das maiores do século, há pânicos na finança e nos governos” (Vinicius Torres Freire, 21/3). O governo Trump sabia exatamente o que estava plantando, sabia no que resultaria a guerra e está pensando em usar isso como estratégia econômica, a inflação.

Eduardo da Silva (Joinville, SC)

Excelente matéria, obrigado por compartilhar. Considerando que as causas dessa crise mundial têm nome e endereço, há como cobrar o prejuízo da dupla democraticamente eleita por países abonados com pretensões imperialistas?

João Pederiva (Brasília, DF)

Guerra no Irã

Ataques do Irã causam danos de R$ 4,2 bilhões a bases dos EUA no Oriente Médio” (Mundo, 21/3). Alguém já calculou os danos em Gaza, em Teerã. Porque interessam os danos nos EUA?

Antonio Carlos Farias (Aracaju, SE)

O mundo só será melhor quando deixarem de eleger pessoas que brincam de ódio, de armas e de guerras.

Natanael Batista Leal (Brasília, DF)

Eleições 2026

Indecisos narram sequência de apostas e decepções com líderes de esquerda e direita” (Política, 21/3). A proposta de acompanhar eleitores que ainda não escolheram candidato à Presidência cobre um relevante espectro do eleitorado, tanto do ponto de vista de regiões do país como de gênero, de etnia, de renda, de idade e de classe social. Diante da polarização e da radicalização política, estes eleitores podem tanto definir o resultado eleitoral entre os dois polos políticos como optar por testar uma terceira via com viabilidade para o segundo turno.

Luiz Roberto da Costa Jr. (Campinas, SP)

Eles veem um sistema carcomido, estão exaustos do que enxergam como polarização, não se enxergam beneficiados por políticas públicas ou percebem os governos como mais do mesmo, sem mudança. Alguns gostariam de política mais radical ou de uma bomba atômica para explodir tudo. Os dois candidatos com mais votos também são os mais rejeitados. Será que os indecisos saberão sair do desencanto e tomar partido do melhor para o país?

Paloma Fonseca (Brasília, DF)

Haddad

Relutância é entrave para Haddad” (Dora Kramer, 21/3). É muito satisfatório que um nome como Haddad queira ser governador de São Paulo, foi um bom ministro da Educação, da Fazenda, ótimo prefeito de São Paulo, mas lembremos que São Paulo tem o interior, um nó para suas pretensões.

Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)

Então teremos uma eleição de quem menos quis o Governo de São Paulo. O Tarcísio tentou o tempo inteiro ser candidato à Presidência.

Luiz Gamberini (São Paulo, SP)

Mulher

“Ser mulher” (Cármen Lúcia, 21/3). Feliz do país onde nós mulheres, temos uma ministra como Cármen Lúcia! Ela é fenomenal!

Lucia Elena Horn Razouk (Ponta Grossa, PR)

Queremos viver íntegras, desfrutando do que é direito nosso. Muito importante contarmos com sua voz, ministra. Renova e reafirma nossa força.

Claudia Valeria Sendra da Silva (Niterói, RJ)

Para que o debate na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher suba ao nível adulto, educado e digno sugiro a leitura do artigo da ministra Cármen Lúcia e do livro “A Dominação Masculina”, de Pierre Bordieu. Ser mulher não é só usar adereços, é ser reconhecida pelo lugar de fala, e não importa que essa fala venha da sensibilidade de mulheres cis, de trans ou de homens.

Ângela Luiza S.Bonacci (São José dos Campos, SP)

Construção civil

“’Filho do pedreiro não quer mais ser pedreiro’, diz CEO de construtora para público de altíssimo padrão” (Painel S.A, 21/3). Ele quer que o filho dele seja pedreiro?

Denis Borenstein (Eldorado do Sul, RS)

Eu sei que pode parecer absurdo, mas talvez a falta de mão de obra possa ser resolvida com melhores salários e condições de trabalho.

Rodrigo Biancardi (Jundiaí, SP)

Que tal parar o boom de construções?

Cinthia Goncalves Pereira (São Paulo, SP)

Militares

Afastar militares do poder para evitar tentativas de golpe” (Editorial, 21/3). Vamos ter eleição esse ano. Claro que vamos ver os militares participando do pleito. É difícil não ficar preocupada, pois eles continuam arquitetando outro golpe. O que me preocupa é saber que tem pessoas que se dizem patriotas e defendem os ideais desses déspotas.

Leila Augusta de Oliveira Onaya (São Paulo, SP)

Isso não é suficiente. A cultura da sociedade brasileira também precisa mudar. A ideia de que o militarismo represente o antissistema, a ordem e a anticorrupção é um equívoco e é justamente esse pensamento que tem levado militares a ocupar funções públicas. Uma tragédia em todas as esferas.

Matheus Queiroz (Bauru, SP)

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