Clubes de futebol brasileiro começam a migrar, com ajuda de empresas do setor, para o mercado livre de energia. O Sport, da Série B nacional e campeão pernambucano deste nao, assinou contrato de oito anos com a Neoenergia para fornecimento de energia 100% renovável.
O acordo abrange a sede social, o Centro de Treinamento José de Andrade Médicis e o estádio Ilha do Retiro, no Recife.
O Sport projeta redução de até 31% nos gastos com eletricidade ao longo do contrato. A economia estimada é de R$ 5,5 milhões em oito anos. O volume contratado é de 152 gigawatts-hora. O montante equivale ao abastecimento de 1.000 residências populares pelo mesmo período.
Em novembro do ano passado, a energia do clube chegou a ser cortada pela Neoenergia por falta de pagamento.
Antes do time pernambucano, o Bahia SAF havia feito o mesmo. No caso da equipe baiana, a economia estimada é de R$ 2,2 milhões em eletricidade até 2030.
Trata-se de expansão da Neoenergia para o futebol. No universo esportivo, a empresa já tem acordos parecidos com o Centro de Treinamento Time Brasil, do Comitê Olímpico do Brasil, no Rio de Janeiro. Esse contrato projeta economia de R$ 4,5 milhões até 2028.
Os contratos com a Neoenergia preveem fornecimento exclusivo por fontes renováveis
No mercado livre, o fornecimento de energia é negociado diretamente com fornecedores, fora das tarifas reguladas pelas distribuidoras. Para os clubes, um atrativo é a previsibilidade dos custos.
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