Empresas brasileiras signatárias do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), tiveram aumento na limitação de emissões líquidas nacionais de GEE (gases de efeito estufa) a 1,2 GtCO₂e até 2030. A nova meta estabelece um teto para as emissões coletivas somadas, enquanto a anterior não estabelecia um teto, mas pedia a redução de 2 Gt.
GtCO₂e (Gigatoneladas de Dióxido de Carbono Equivalente) é medida para quantificar a emissão de GEE em escala global ou nacional.
A mudança vem na celebração do Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, 16 de março.
O aprofundamento dos objetivos prevê a realização de um inventário GEE. Isso seria a publicação anual de dados sobre as emissões cobrindo toda a cadeia de valor. A revisão das publicações por terceiros é recomendada.
Há a adição de um compromisso estabelecendo que as companhias considerem os impactos sociais de seus planos de descarbonização, criando oportunidades para trabalhadores e comunidades afetadas.
As empresas são convocadas a aderir ou reconfirmar o compromisso assinando a nova Carta Compromisso do Pacto Global até 10 de março de 2027.
O Pacto Global é uma convocação para que firmas alinhem operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. São cerca de 20 mil companhias participantes em 65 redes, que cobrem 85 países.
A Rede Brasil nasceu em 2003, três anos depois do primeiro pacto. Hoje, é a segunda maior do mundo. Projetos no país abrangem áreas como água, oceano, agricultura, florestas, clima, direitos humanos e trabalho.
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